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Guia de retratos

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O MeioBit (mais especificamente, o Gilson) postou um guia muito legal sobre retratos, vale a pena dar uma olhada.

http://fc13.deviantart.com/fs13/f/2007/040/9/1/portrait____by_andreinacu.jpg
Foto por Andrei Nacu.

Legado de Machado de Assis

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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f5/MarcFerrez_MachadodeAssis.jpgUm exemplo. Joaquim Maria Machado de Assis. Um autodidata; apesar de ter estudado irregularmente, horas e horas de biblioteca o levaram a ser um dos maiores intelectuais que o Brasil já conheceu.

Meu primeiro contato com Machado foi bem tardio. O primeiro livro que li por completo foi Dom Casmurro (fui direto ao ponto), há pouco menos de dois anos. Demorei mais que o esperado para ler, mas creio não precisar comentar o quanto gostei. Capitu me intrigava, Bentinho me enfurecia, e sim, isso era bom. Não vou expor meus motivos, mas realmente não acredito que Capitu tenha traído o marido, por vários detalhes que a genialidade de Machado não deixou escapar.

Li, depois, alguns contos e Quincas Borba (queria ter lido Brás Cubas antes, mas a curiosidade não me deixou). Um toque de humor, ironia e batatas. Mais uma vez impressionado.

Chegou então a vez de Memórias Póstumas, o ápice da literatura machadiana; onde sua criatividade se mostra a cada capítulo.

Ainda não li mais que isso mas afirmo sem receio que amo Machado. Amo sua obra. Amo cada página que fazem de mim orgulhoso em ser brasileiro e conterrâneo de um dos maiores escritores da história da literatura.

Não digo “100 anos sem Machado”; prefiro dizer “168 anos com Machado”.

Machado vive. Vive em Brás Cubas; vive em Rubião; vive em Conselheiro Aires; vive em Capitu. Vive enquanto o Brasil for Brasil.

Pianista de LED

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Vídeo muito legal e criativo feito apenas com imaginação, uma DSLR (mais especificamente uma Canon Rebel) e um pouco de paciência.

Light-Paint Piano Player from Ryan Cashman on Vimeo.

[Vimeo via engadget]

Digital art pt.2

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Mais uma galeria MUITO boa de arte digital.

Asian Suburbia
Salsinhas, cliquem na imagem para entrar na galeria.

[colourlovers via sedentario.org]

Street Art

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Vejam que interessante as "pinturas" desse cara, Peter Gibson.

Pedestrian Street Art by Peter Gibson 13

Pedestrian Street Art by Peter Gibson 3
Aviso para salsinhas: clique em qualquer uma das imagens para ver outras.

[toxel]

Avô moderno.

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Contrariando (ou não) os serviços de saúde pública do Lucas, vai aqui o projeto de um cachimbo muito bacana.






Sério, dá até vontade de fumar. Ou pelo menos fingir.


Fonte: Yanko Design

Leda e o Cisne

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Versão sensata normal (não consegui descobrir o autor, mas definitivamente não importa tanto):




Versão expressionista abstrata:


Cy Twombly
Leda and the Swan, 1962


É, esse pós-modernismo me mata! Tão tá bão.

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Post inspirado por certas aulas de História da Arte.

Vulgarização

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Que a música brasileira é uma das mais ricas e cobiçadas do mundo não há dúvidas, certo? Mas para onde ela foi?

Certa vez um cantor famoso no meio evangélico, Ron Kenoly, veio em minha igreja fazer uma apresentação. Mesmo que tenha sido pequena, foi bem interessante. Depois de um tempo me falaram que ele, com grande simplicidade, criticou os brasileiros por não aproveitarem essa raiz, essa riqueza musical e que se prendem a estilos "importados". Ele provavelmente teve em vista a igreja, mas isso se expande para todo e qualquer meio.

Os grandes artistas de outrora vão se perdendo em meio aos "grandes" e não é de se assustar que um dia sejam esquecidos. A riqueza da época de nossos pais se frustra em meio à globalização (se é que podemos chamar assim) musical.

Na verdade, se fosse só uma globalização até que estaria bom, afinal, existem, espalhados pelo mundo, diversos ritmos excelentes: Jazz, blues, salsa, flamenco etc. O problema mor é o emporcalhamento. Ser músico envolvia, normalmente, uma vida dedicada à música e a seu estudo. Hoje, qualquer zé mané que aprendeu alguns poucos acordes em um violão (o resto é só "subir uma casa") faz uma música extremamente porca e repetitiva, com uma letra também porca e repetitiva, ou pior: um cara completamente desafinado e sem qualquer noção musical (isso inclui ritmo) cantando "em cima" de uma batida ridícula faz um sucesso estrondoso, fica rico (claro, por pouco tempo antes de gastar tudo com... bom, não vem ao caso) e ganha todas as atenções dos ditos meios de comunicação.

Enquanto isso, os defensores das boas músicas têm que se contentar com o escasso acervo que possuem e os que vivem para alimentar esse nicho vêem sua música cada vez menos difundida e nas mãos (ou nos ouvidos, né?) de uma geração que, provavelmente, em breve expirará. Ainda bem que esse contentamento está, digamos, bem servido.

Sim, a música se vulgarizou. Tão tá... péssimo!

Digital art meets anime.

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Fuçando no DeviantArt achei alguns desenhos muito bons. Tudo pintado no photoshop.




Para quem gosta, vale a pena dar uma olhada na galeria dele (shilin).