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Você é um bebê! - Parte1

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Eu sei que muitos já viram esses vídeos...

Mas eu não consigo parar de vê-los!

Quando você acha que conhece do jogo sempre tem alguém melhor que você.

Tênis de mesa:


Street Fighter:


Dota:


Pentatônicas:


Counter Strike:


Futebol:


Tae Kwon Do:

Polar Music Prize: Dark side of the moon

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Um anúncio legal do encontro do PF com uma soprano, Renée Fleming.

Polar Music Prize: Dark side of the moon

Contraria algumas leis da física, mas a gente releva.

Eu achei bacana.

[Ads of The World via pristina.org]

Pianista de LED

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Vídeo muito legal e criativo feito apenas com imaginação, uma DSLR (mais especificamente uma Canon Rebel) e um pouco de paciência.

Light-Paint Piano Player from Ryan Cashman on Vimeo.

[Vimeo via engadget]

Let's Rock!

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O esperado evento da Apple aconteceu hoje, às 14h (Brasília; 10h em São Francisco) e, bom, acabou de terminar.

Steve subiu ao palco pontualmente e, já de cara, anunciou o assunto do dia: música. E foi o que rolou durante toda a apresentação.

Primeiro, jogou algumas estatísticas sobre o que a iTunes Store já oferece: 8,5 milhões de músicas; mais de 125 mil podcasts; mais de 30 mil séries; 2600 filmes; 3 mil softwares de iPhone/iPod touch. E mais algumas outras coisas.

Logo em seguida: iTunes 8. Alguns rumores se confirmaram, como Genious, que cria, automaticamente, playlists com músicas similares. Traz também um novo tipo de visualização, que mostra as capas dos álbuns:


créditos: engadget


Logo após mostrar o novo iTunes foi a vez do iPod. O classic de 160GB foi descontinuado e fizeram um upgrade no de 80GB, que agora é de 120GB. O iPod nano, confirmando outros rumores, também foi modificado. Está mais fino, oval e esticado, diferente do último que era um quadradinho feioso. Mas o maior atrativo do novo nano é o landscape mode. Sim, ele possui um acelerômetro, assim como o iPhone e o iPod touch. Basta virá-lo e lá está seu CoverFlow. Além disso, vem com o Genious e diversas cores estão disponíveis.



créditos: engadget


Chegou a vez do iPod touch. Mais fino, Genious, botões de controle de volume na lateral (não sabem como isso faz falta, nó!), auto-falante integrado e Nike+. Então, Phill Schiller subiu no palco e mostrou alguns jogos (que infelizmente não estão disponíveis na iTunes Store brasileira. Oh shit!) Os três modelos continuam, agora um pouco mais baratos: 8GB US$229; 16GB US$299; 32GB US$399.

Por último: 2.1 software update para iPhone. Grátis para todos os usuários de iPhone (uai, e o iPod touch? US$10 para nós, reles mortais).

E adivinha quem fechou a keynote? (Para quem não sabe, normalmente convidam um artista para tocar no final da apresentação.)


créditos: engadget

Tão tá bão, é isso aí, assim foi a Let's Rock. Nada de novos MacBooks. Ainda virão, espero eu.


Fonte: engadget, gizmodo.

Vulgarização

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Que a música brasileira é uma das mais ricas e cobiçadas do mundo não há dúvidas, certo? Mas para onde ela foi?

Certa vez um cantor famoso no meio evangélico, Ron Kenoly, veio em minha igreja fazer uma apresentação. Mesmo que tenha sido pequena, foi bem interessante. Depois de um tempo me falaram que ele, com grande simplicidade, criticou os brasileiros por não aproveitarem essa raiz, essa riqueza musical e que se prendem a estilos "importados". Ele provavelmente teve em vista a igreja, mas isso se expande para todo e qualquer meio.

Os grandes artistas de outrora vão se perdendo em meio aos "grandes" e não é de se assustar que um dia sejam esquecidos. A riqueza da época de nossos pais se frustra em meio à globalização (se é que podemos chamar assim) musical.

Na verdade, se fosse só uma globalização até que estaria bom, afinal, existem, espalhados pelo mundo, diversos ritmos excelentes: Jazz, blues, salsa, flamenco etc. O problema mor é o emporcalhamento. Ser músico envolvia, normalmente, uma vida dedicada à música e a seu estudo. Hoje, qualquer zé mané que aprendeu alguns poucos acordes em um violão (o resto é só "subir uma casa") faz uma música extremamente porca e repetitiva, com uma letra também porca e repetitiva, ou pior: um cara completamente desafinado e sem qualquer noção musical (isso inclui ritmo) cantando "em cima" de uma batida ridícula faz um sucesso estrondoso, fica rico (claro, por pouco tempo antes de gastar tudo com... bom, não vem ao caso) e ganha todas as atenções dos ditos meios de comunicação.

Enquanto isso, os defensores das boas músicas têm que se contentar com o escasso acervo que possuem e os que vivem para alimentar esse nicho vêem sua música cada vez menos difundida e nas mãos (ou nos ouvidos, né?) de uma geração que, provavelmente, em breve expirará. Ainda bem que esse contentamento está, digamos, bem servido.

Sim, a música se vulgarizou. Tão tá... péssimo!